19 Janeiro, 2009

Querô – uma reportagem maldita

estréia: 29 de janeiro

quintas a sábados, 21h
domingos, 18h

Galpão do Folias
R. Ana Cintra, 213
Santa Cecília - SP
(ao lado do metrô Santa Cecília)

(11) 3361-2223

Marcadores: , ,

20 Agosto, 2007

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O YOU whom I often and silently come where you are, that I may be with you;
As I walk by your side, or sit near, or remain in the same room with you,
Little you know the subtle electric fire that for your sake is playing within me.




Walt Whitman







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04 Julho, 2007

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"Mais é preciso estudar os homens que os livros."

La Rochefoucauld






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27 Junho, 2007



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FLAP! 2007 CONTAMINAÇÕES
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São Paulo
29 de junho, 30 de junho e 1º de julho
Casa das Rosas (Av. Paulista, n° 37)
Espaço dos Satyros I (Pça. Roosevelt, nº 214)
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Rio de Janeiro
4 e 5 de agosto
(programação em breve)
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Confira:
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20 Junho, 2007

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"Contra a sua vontade ele morreu, porque não aprendeu a morrer. Aprende a morrer e aprenderás a viver, pois ninguém aprenderá a viver se não houver aprendido a morrer."


Livro da Arte de Morrer



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12 Junho, 2007




LANÇAMENTO

Renée Esfacelada
de Victoria Saramago

16/06, sábado, às 19h
Espaço Cultural Maurice Valansi. Rua Martins Ferreira, 48, Botafogo, Rio de Janeiro
Mais ainda: o acervo de cadeiras do Museu da Cadeira, que funciona no espaço e estará aberto ao público durante o evento
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A partir das 22h
Show da banda Os Subterrâneos
Leitura de poemas por Diana de Hollanda, Pablo Araujo e Thiago Ponce de Moraes
Performance musical do grupo OBARRA com esquetes do musical original Zé com a mão na Porta
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Até as 22h, grátis. Após, couvert artístico de R$ 7,50. Mas quem comprar o livro não paga nada.


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11 Junho, 2007


23 Maio, 2007

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“Penso que a poesia, como ato de criação, não deve de forma objetiva nomear as coisas tal como elas acontecem no cosmos (...). A poesia deve constituir-se no mundo alternativo, este funcionando como mundo não codificado ou convencionado numa visão globalizante, senão como codificação singular do criador e do leitor. (...). A poesia deve convidar-nos a mergulhar no escuro, como dizia Gastão Cruz, não para o iluminar, mas para aprender a conhecê-lo, evocando todos os sentidos. Como se pode ver, para mim a linguagem poética é a criação de uma outra realidade, fundada numa realidade, ou seja, a recriação da realidade observável”, diz o poeta angolano Abreu Paxe em entrevista exclusiva para a Zunái. Em sua edição de maio/2007, a revista eletrônica traz ainda poemas inéditos de autores lusófonos como os brasileiros Décio Pignatari e Age de Carvalho, do português Luís Serguilha, do angolano José Luís Mendonça, ensaios sobre Augusto de Campos, Josely Vianna Baptista e a poesia contemporânea da América Latina. O link de Debates discute a atualidade do conceito de pós-modernidade e a Galeria traz imagens de Elida Tessler, uma das mais expressivas artistas visuais de sua geração, com ensaio crítico de Manoel Ricardo de Lima. No caderno de traduções, autores gregos, suíços, chilenos, norte-americanos, ingleses e catalães, seguindo a orientação universalista da publicação. Destaque também para os nossos correspondentes em Londres, Richard Price, e em Berlim, Simone Homem de Mello.

Onde encontrar: no ciberespaço, que se chama Gran Cualquierparte (Vallejo).

Preço: Etéreo. Inconcebível.
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26 Abril, 2007

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Na mesa de Alexandria seis homens
Mastigavam.
A mulher trazia os líquidos numa jarra inclinada,
E a criança deslocava a vontade
Para a cidade mais próxima.
Havia um certo alvoroço estético.
A criança chorava e apontava para o
Mapa, a
Mulher defendia a qualidade do vinho frente aos
Forasteiros, e a parede havia sido classificada como vertical
Há quinhentos anos,
Mas actualmente tal nome era exagerado.
Ou saímos daqui, ou a casa cai,
Gritou um dos seis homens, mas
Nenhum deles se mexeu. E tudo isto se passou em Alexandria
Numa mesa.





(De Gonçalo M. Tavares, do livro 1. Bertrand, 2005)
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10 Abril, 2007






EL PURO NO, Oliverio Girondo




El no
el no inóvulo
el no nonato
el noo
el no poslodocosmos de impuros ceros noes que noan noan noan
y nooan
y plurimono noan al morbo amorfo noo
no démono
no deo
sin son sin sexo ni órbita
el yerto inóseo noo en unisolo amódulo
sin poros ya sin nódulo
ni yo ni fosa ni hoyo
el macro no ni polvo
el no más nada todo
el puro no
sin no






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18 Março, 2007

O NADA
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Despertei uma noite horrorizado
sem ter mais uma língua minha
nem linguagem minha e sem nenhum sinal de escrita,
sem me lembrar
de nenhuma letra do alfabeto nem de palavra alguma
em qualquer língua
e o terror foi então infinitamente elementar,
talvez o medo de um homem caído do alto de uma
árvore e sem perceber
chão nenhum por baixo
e como o medo de um homem atirado a um escolho
quando o navio
já desapareceu e a maré sobe e submerge-o
como o medo do pára-quedista cujo pára-quedas se
recusa a abrir
e como o medo de um seixo no vazio de um poço
e esse medo era sem voz sem sílabas sem letras
sem palavras
de modo algum metafórico. Sim, de modo algum
metafórico
e eu ia à deriva nas trevas
e como se não fosse eu na noite
não havia nada a que se agarrar nem a que se apoiar
e tudo era arrancado a tudo
a voz sem palavra nem caminho
eu mesmo sem mácula e sem encargo
e nem uma corda de forca para segurar
nem mesmo um abismo onde ficar pendente
e eu não sabia quem sou nem o quê
........................ — e eu já não era.
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(Aharon Amir. Tradução Cecília Meireles)

11 Março, 2007

compartilhando

a vista lá é bonita:
http://www.pidgininofensivo.blogspot.com/

10 Março, 2007


07 Março, 2007

LANÇAMENTO

Livraria Berinjela, Bar Balcão,
7Letras e Cosac Naify convidam
para o lançamento de


Revista Inimigo rumor 19
Revista Ficções 16

a cadela sem Logos, Ricardo Domeneck
Rilke shake, Angélica Freitas
20 poemas para seu walkman, Marília Garcia
Atos de repetição, Valeska de Aguirre
Poemas do front civil, Ariosto Teixeira


Rio de Janeiro:

Sábado, 10 de março, às 10h

Livraria Berinjela
Av. Rio Branco, 185 – Subsolo – Loja 10
Tel (21) 2215-3528



São Paulo:

Segunda-feira, 12 de março, às 20h

Bar Balcão
R. Dr. Melo Alves, 150
Tel (11) 3063-6091
pedaços de Sumário Astral, de Joan Brossa


I
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(...)
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Todo mundo se pisa.
Descascam os frutos e não os comem.
As bandeiras são da cor do caos,
e a serpente é a senhora dos viventes.
O sal não evita que o mar apodreça,
nem as letras correspondem ao trabalho.
A prova é que o poder atua como único centro
e no mundo se produzem artifícios
que compactuam com todas as conclusões (e gêneros
de especulação) que seria conveniente abandonarmos.
A força das rochas não pensa.
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(...)
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II
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(...)
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Proponho-me a seguir esta via
e não a ser comido
por mim mesmo dia e noite
sobre o terreno que os outros escolhem
sem nenhuma força instintiva.
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(...)
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(tradução de Ronald Polito)